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Por: Karla Alves
Com semblantes alegres, os moradores do Sol Nascente, em Ceilândia, participaram da 1° grande galinhada e bazar sustentável FAM. O evento foi promovido com o objetivo de arrecadar verbas para o II Encontro de Mulheres FAM 2012, que também vai ser realizado no Sol Nascente, dia 28 de abril, no Restaurante Rancho Preguiça.
A galinhada do dia 15 de abril teve início ás 11h30, com a abertura do bazar e venda das primeiras refeições. Além de roupas, calçados e acessórios novos e semi-novos a preços acessíveis, não faltou almoço para os moradores. A refeição, que foi servida para as pessoas do trecho 1 do setor, custou apenas R$ 3,00. “Eu comprei uma marmita, mas quando provei, percebi que a comida era realmente muito boa, então voltei para comprar mais três”, disse Willian da Conceição, morador do local.
A galinhada do dia 15 de abril teve início ás 11h30, com a abertura do bazar e venda das primeiras refeições. Além de roupas, calçados e acessórios novos e semi-novos a preços acessíveis, não faltou almoço para os moradores. A refeição, que foi servida para as pessoas do trecho 1 do setor, custou apenas R$ 3,00. “Eu comprei uma marmita, mas quando provei, percebi que a comida era realmente muito boa, então voltei para comprar mais três”, disse Willian da Conceição, morador do local.
Eles aproveitaram também as ofertas e variedades do grande bazar. ”Eu havia sonhado com um bazar esta noite e quando chego aqui encontro coisas que precisava. Isso é coisa de Deus”, disse a moradora do local, que é conhecida pelos amigos como Dona Maria.
O evento foi motivo de satisfação para todos e oportunidades para as pessoas, pois a equipe de membros estava informando sobre os direitos humanos e sobre trabalho da FAM.
O fundador da entidade, José Ferreira Passos, conhecido como Serrinha, orientou as mulheres para que elas nunca desistam de lutar pelos seus direitos, e disse que elas sempre poderão contar com a entidade.
Os moradores receberam a equipe da FAM com muita generosidade e satisfação. Muitas pessoas que não conheciam, gostaram do trabalho social e agora fazem parte da Ong. “Nós precisávamos de uma organização assim, já vesti a camisa da FAM”, disse Elivânia Cardoso.
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